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3 ‘vírus’ devem ser eliminados do seu negócio quando a pandemia passar

Depois que tudo voltar ao normal, reflita e elimine os pontos que estão prejudicando a sua empresa


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Como você viu nas inúmeras explicações de infectologistas no decorrer da pandemia da Covid-19 no Brasil e no mundo, o vírus é um parasita que precisa de um hospedeiro para viver. Mas você já parou para pensar em quantas pessoas ‘parasitas’ também existem ao redor da sua empresa? Reflita comigo neste artigo.

 

Calma, não é um discurso de vitimismo, mas sim uma percepção real do que o empresário passa para manter seu negócio em funcionamento e obtendo resultados lucrativos para se manter firme no mercado.

 

Afinal de contas, uma empresa não vive sozinha numa ilha. Ela precisa de colaboradores, fornecedores e, principalmente, clientes. Por isso, essa relação deve ser equilibrada e bem dosada para evitar sobrecarga.

 

Desse modo, aproveitando a pandemia que estamos vivendo do novo coronavírus, eu, Hygor Duarte, empresário que atua na assessoria financeira de pequenos negócios, e também mentor empresarial, lhe trago alguns pontos de reflexão. Acompanhe a seguir.

 

#1 – Funcionários ‘vírus’

 

Sabe aquele funcionário que está poluindo a sua empresa, com sua negatividade e seu mau-humor?

 

Há casos em que uma empresa mantém um funcionário a contragosto do empresário por vários motivos. Seja porque o seu desligamento terá custos altos para a empresa ou ainda devido ao fato de ele cumprir suas metas e alcançar os resultados esperados, apesar dos problemas de relacionamento.

 

Porém, na maioria dos casos, o gestor mantém um funcionário ‘vírus’ porque simplesmente não tem tempo para recrutar e selecionar outro. Assim, esse colaborador faz estritamente o que está no contrato, não é pró-ativo e não contribui com os resultados.

 

Portanto, a dica é: organize seu tempo, faça um acordo e renove seu time se for necessário para o bem do seu negócio.

 

#2 – Fornecedor ‘vírus’

 

Como você sabe, uma empresa lida com diversos fornecedores, desde os grandes, como as companhias de água e de luz, até os menores, como os prestadores de serviço, como contadores, técnicos em TI e assessores jurídicos.

 

Entretanto, alguns fornecedores que estão há muitos anos com a empresa julgam que podem ditar as regras da relação. Assim, definem por eles próprios os prazos e valores sem se mostrarem flexíveis.

 

Por outro lado, o gestor mantém o fornecedor por comodismo ou falta de tempo para pesquisar outras empresas do mesmo segmento. Portanto, a dica para quando a pandemia passar (ou durante a quarentena) é: faça uma listagem dos fornecedores, atribua notas de 0 a 10 e reveja quais deles podem ser substituídos.

 

#3 – Cliente ‘vírus’

 

O cliente ‘vírus’ é verdadeiramente um parasita. Ele “sangra” seus resultados e faz com que você, como empresário, não consiga se livrar dessa relação tóxica.

 

Isso ocorre quando você, por algum momento, não soube precificar seus serviços ou produtos. Ou seja, em decorrência da situação na qual a sua empresa se encontrava, fez condições de pagamento e preços impraticáveis.

 

Desse modo, o cliente ‘vírus’ continua com você, pois não há mais ninguém no mercado que entregaria o mesmo resultado por igual valor.

 

Para concluir, a pandemia tem ensinado e vai ensinar novas lições valiosas a nós, empresários.

 

E, então, você reconheceu alguns pontos da sua empresa neste artigo? Compartilhe nas suas redes sociais para que mais pessoas reflitam sobre estas questões.

 

Hygor Duarte

CEO do Grupo Fast, empreendedor e mentor empresarial, professor de cursos preparatórios para certificações Anbima, palestrante, pai de autista e idealizador do Programa 33.



Data: 27/04/2020




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