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Os 4 principais desafios da sucessão empresarial e como superá-los

Data: 11/11/2019

Você deve estar pensando: “mal tenho tempo de fazer o planejamento estratégico do ano que vem, imagine então pensar na sucessão empresarial?”. Tudo está correndo bem, mas um infortúnio pode acontecer. E a empresa? Como fica?

 

Portanto, a sucessão empresarial é o momento em que o diretor passa o bastão para outra direção, seja ela constituída por um herdeiro, um sócio ou alguém de fora. Ela deve ser planejada com antecedência.

 

Vamos falar neste artigo da sucessão de empresas familiares. Afinal de contas, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), elas representam 90% dos empreendimentos do país. Além disso, as empresas familiares têm uma responsabilidade enorme na economia, pois geram 75% dos empregos do país.

 

Sucessão empresarial não é um bicho de sete cabeças

 

Tenho que ser franco com você: a sucessão empresarial não é simples, mas também não é nenhum bicho de sete cabeças.

 

Pois se assim o fosse, não haveria tantas empresas familiares no mundo a ultrapassarem gerações. A Peugeot, empresa francesa do ramo automobilístico, por exemplo, perdurou de 1810 a 2014 com a mesma família no comando.

 

Apesar dos exemplos positivos na economia das empresas familiares centenárias, elas não representam a maioria. Uma pesquisa da PwC, por exemplo, mostrou que somente 12% das empresas familiares chegam à terceira geração em todo o mundo.

 

Portanto, para conhecer os principais desafios das empresas familiares, compreender se o seu negócio está enfrentando dificuldade nesse processo, ou simplesmente, para imaginar como será o futuro da sua marca, acompanhe a seguir os 4 principais desafios na transição de uma empresa familiar.

 

1 – Planejamento

 

Presente em todas as etapas de uma empresa, o planejamento não poderia ser esquecido no momento da sucessão empresarial.

 

Mas até mesmo em culturas mais metódicas, como a dos chineses, esse momento é negligenciado pela maioria das empresas quando o assunto é sucessão empresarial.

 

Segundo pesquisas feitas na China, somente 22% das empresas planejam o momento da sua sucessão. Imagine então como isso acontece aqui no Brasil.

 

O planejamento, portanto, é necessário para prever resultados, preparar o sucessor, definir os pontos estratégicos e, finalmente, conquistar a solidez.

 

No caso de empresas familiares, por exemplo, é importante definir o herdeiro que tomará conta dos negócios e prepará-lo. A realização de cursos de gestão e economia por ele é muito recomendada. Mas isso não quer dizer que se possa negligenciar a educação, com bons cursos, ou até mesmo uma experiência internacional.

 

2 – Preparação do herdeiro

 

Primeiramente, é importante identificar se o herdeiro tem interesse em assumir o controle da empresa. De nada adianta prepará-lo e investir suas energias num filho, por exemplo, que não irá assumir a empresa com a mesma paixão que o pai.

 

Muitas vezes, a falta de interesse pode estar relacionada à uma série de fatores. Muitas empresas familiares começam com o pai empregando os próprios filhos para economizar em salários e benefícios trabalhistas.

 

O fundador, neste caso, espera uma dedicação maior, afinal o patrimônio é da própria família. Mas pode ocorrer o processo inverso: o filho entender que está sendo explorado pelo pai e, portanto, não se entregar ao projeto.

 

Por isso, nesse ponto, o diálogo é fundamental. Colocar tudo a pratos limpos, pesar prós e contras, superar as desavenças familiares e pensar no futuro da empresa, que não é mais importante que a união familiar.

 

3- Desavenças familiares

 

Sabe aquela frase: “isso acontece nas melhores famílias”? Pois é, uma empresa familiar não está isenta de desavenças entre pais e filhos, irmãos e irmãs, tios e sobrinhos.

 

Isso porque atrás de cada corporação há pessoas e essas pessoas, apesar de pertencerem à mesma família, têm diferentes concepções de mundo.

 

Por isso, o mais recomendado é conversar sobre as diferenças, encontrar soluções para o bem comum, ter uma administração transparente e, caso seja necessário, procurar uma ajuda profissional através de uma terapia familiar.

 

Nesse quesito, é importante que o fundador “desapegue” da sua antiga função na direção e não interfira nas decisões da nova gestão de modo incisivo. Isso porque, dependendo do perfil do fundador, mais centralizador e autoritário, o momento pós-sucessão pode ser prejudicado.

 

4- Resolver tudo sozinho

 

Uma característica do empresário é resolver tudo sozinho. Habituado à tomada de decisões, a delegar tarefas e a trabalhar de modo solitário por muitos anos, o dono de uma empresa também acredita que não precisa ouvir ninguém na hora tão esperada da sucessão empresarial.

 

Porém, como você viu até aqui, a sucessão empresarial envolve uma série de setores e situações. É preciso analisar o aspecto jurídico, financeiro, contábil e fazer outras considerações.

 

Na maioria das vezes, o próprio contrato social da empresa já prevê a sucessão empresarial, embora isso apareça de forma genérica. Afinal de contas, no momento da transição a nova direção vai assumir os ativos, mas também os passivos da empresa. Portanto, trata-se de uma escolha séria, que precisa ser bem embasada.

 

Por isso, o recomendado é buscar uma ajuda profissional. A Fast Assessoria Financeira, empresa sediada em Sorocaba-SP no atendimento a empresas familiares, já acompanhou empreendimentos em fase de sucessão empresarial e sabe como orientar os procedimentos a fim de manter a saúde financeira e administrativa do negócio, com ferramentas modernas de gestão.

 

Afinal de contas, muitas vezes um olhar de fora consegue vislumbrar melhor a situação e eliminar as pendências de forma assertiva.

 

É preciso evitar uma situação traumática

 

Para concluir, a sucessão empresarial é um momento delicado de qualquer empresa, especialmente as familiares porque envolvem sentimentos, receios e até ressentimentos e situações pessoais que ficaram mal resolvidas no passado.

 

Mas para que a transição ocorra da maneira menos traumática possível é importante vencer os principais desafios desse momento, que são a realização de um bom planejamento, a preparação do herdeiro, o acerto das desavenças familiares e a crença de que não é preciso contar com uma ajuda profissional nessa etapa.

 

Aliás, todos os cuidados devem ser tomados, pois uma transição mal feita pode ocasionar o fracasso nos negócios. Isso pode causar a corrosão gradual do patrimônio familiar, o desemprego instalado em famílias que dependiam da sobrevivência da empresa e o esquecimento de uma marca.

 

Por isso tudo, para conhecer melhor as soluções oferecidas pela Fast Assessoria Financeira na sucessão empresarial, entre em contato com nossos consultores.



Data: 11/11/2019




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