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Fim de ano chegando: sua empresa tem caixa para o 13º?

Data: 02/09/2019

Quando você ouve a palavra 13º salário sente calafrios? Este é um sintoma de que você não se planejou para o pagamento deste benefício. Com a proximidade do final do ano, muitos empresários recorrem a empréstimos bancários ou tiram dinheiro do próprio bolso para evitar o pagamento de multas trabalhistas. Se este é o seu caso, receba dicas neste artigo de como fazer caixa para o 13º sem sofrimentos.

 

Para relembrar o contexto, o 13º salário é um benefício pago em duas parcelas aos trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), sejam eles do campo ou da cidade.

 

Embora tenha sido criticado por alguns segmentos da sociedade, o abono natalino foi criado no ano de 1962, pelo então presidente João Goulart, por meio da Lei Federal 4.090.

 

Pela norma, o pagamento do salário excedente deve ser feito em duas parcelas. A primeira delas entre 1º de fevereiro e 30 de novembro. A segunda até 20 de dezembro de cada ano.

 

Aliás, a primeira parcela do abono de Natal também pode ser paga por ocasião das férias do funcionário, se este solicitar.

 

Benefício trabalhista é pago em outros países

 

Além do Brasil, países como México, Alemanha e Portugal também pagam mensalidades similares ao 13º salário aos trabalhadores formais.

 

Apesar disso, o benefício é alvo de críticas, especialmente entre lideranças políticas. Nas eleições presidenciais de 2018, por exemplo, o general Hamilton Mourão, hoje vice-presidente, deu uma declaração polêmica sobre o benefício trabalhista.

 

“É uma mochila nas costas de todo empresário”, disse, se referindo ao 13º salário. “Se a gente arrecada 12 por que pagamos 13?”, questionou.

 

Polêmicas à parte, fazer caixa para o 13º salário integra a lista de obrigações de todo empresário. Afinal de contas, você já pagou ou conhece alguém que teve que pagar multas trabalhistas pelo não pagamento do 13º salário aos funcionários?

 

Não pagamento gera multas trabalhistas

 

Portanto, se você, como empresário, não efetuar o pagamento da primeira parcela até 30 de novembro é punido com multa de R$ 170,25 por empregado. O valor é pago ao Ministério do Trabalho. Caso você seja reincidente, o valor é dobrado.

 

Logo, o pagamento da gratificação natalina é obrigatório. Até mesmo empresas em recuperação judicial devem fazer o pagamento do benefício.

 

Afinal, os legisladores entendem que o 13º salário já faz parte da cultura do brasileiro. O não pagamento gera desmotivação na equipe. Sem contar os problemas gerados com os sindicatos e o governo.

 

Pagamento do 13º representa 3% do PIB

 

No ano de 2018, por exemplo, o repasse do abono natalino injetou mais de R$ 211 bilhões na economia brasileira, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esse montante inclui o pagamento de aposentados, pensionistas e empregados domésticos. Porém, 57,6% se referem ao mercado formal.

 

Portanto, independentemente do tamanho da sua empresa, ela contribui para engrossar esse caldo e girar a roda da economia. Pois somente o valor injetado com o pagamento do 13º no final do ano representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

 

Dinheiro extra aumenta vendas de Natal

 

Se você atua no B2C (business-to-consumer) sabe muito bem que o depósito do 13º salário na conta do trabalhador aumenta as vendas de final de ano.

 

Dependendo do segmento, o faturamento cresce até 50% devido à compra das famosas lembrancinhas de Natal, como brinquedos, roupas, calçados e acessórios. Tanto é verdade que ocorrem as contratações temporárias de final de ano para dar conta da demanda.

 

Mas, se por um lado as vendas sazonais de Natal aumentam o faturamento dos lojistas, por outro, muitos empresários sofrem com a queda nas vendas, como as escolas de cursos técnicos que registram redução nas matrículas.

 

Planejar é a melhor forma de fazer caixa para o 13º

 

Portanto, diante de tantas variáveis de mercado, é importante que você, empresário, planeje o pagamento do 13º dos seus funcionários desde o início do ano.

 

Assim, calcule o valor da folha de pagamento da gratificação de Natal e divida o montante por 12. A cada mês, faça o referente depósito numa conta à parte. Resista à tentação de não fazer saques na conta.

 

Outra recomendação é aproveitar o faturamento dos meses de pico para separar o dinheiro referente ao pagamento do 13º. Com um controle financeiro, todo empresário conhece os meses nos quais mais fatura.

 

O segmento de sorveterias e academias, por exemplo, fatura mais nos meses quentes. Enquanto que as lojas de departamento aumentam suas vendas nos dois meses finais do ano por conta de promoções, como o Black Friday, e as compras de Natal.

 

Outra saída interessante é pagar o abono juntamente com as férias de cada funcionário, se este autorizar. Pois assim, o pagamento é realizado aos poucos e não se concentra nas folhas de novembro e dezembro.

 

Mas, se esse monitoramento não é realizado, a tendência é que os erros das suas finanças virem uma bola de neve, cuja reparação será mais complexa.

 

Não planejou? Recorra ao empréstimo!

 

Agora, se o seu planejamento falhar, o empréstimo em instituições bancárias se apresenta como um plano B. A medida não é das melhores, pois não comporta o repasse nos preços dos produtos e serviços, entretanto pode ser uma solução emergencial.

 

Os maiores bancos, públicos ou particulares, possuem programas de financiamento do 13º salário, com juros baixos que se apresentam como tentadores.

 

Entretanto, ao fazer o planejamento mensal, com depósitos periódicos, você se livra do pagamento de juros e outras taxas de contratação dos serviços.

 

Evite tirar dinheiro do próprio bolso

 

A última alternativa, que deve ser evitada, é a retirada de dinheiro da conta pessoal para complementar ou pagar integralmente o abono dos funcionários. Afinal de contas, a regra de ouro das empresas familiares é não misturar as contas pessoais com as empresariais.

 

Em resumo, o planejamento é crucial no momento de preparar previamente as finanças para pagar o 13º em dia. Levantar o orçamento total, separar em parcelas mensais, depositar em uma conta específica e, finalmente, não sentir mais calafrios quando o assunto é 13º.

 

Se você precisar de uma ajuda profissional na hora de controlar as finanças e fazer seu caixa para o 13º, procure a Fast Assessoria Financeira, sediada em Sorocaba-SP.

 

Temos consultores especializados em empresas familiares prontos para diagnosticar os problemas da sua empresa e oferecer soluções customizadas para manter a saúde do caixa da sua empresa.

 

Para conhecer melhor nossos serviços, acesse o nosso site clicando aqui

 

Hygor Duarte - CEO Grupo FAST



Data: 02/09/2019




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